Segurança da informação
Análise de vulnerabilidades, revisão de logs, hardening de servidores e apoio a adequacao dos processos de proteção de dados.
Offensive Security
Enquanto a empresa decide se adota ou não uma ferramenta, Vulnerabilidades continuam sendo publicadas, exploradas e usadas em tempo real. Esta página junta o que esta acontecendo agora no mundo com o trabalho que precisa ser feito dentro da sua empresa: primeiro entender a exposicao, depois corrigir o que importa e, acima de tudo, reduzir a chance de o erro humano virar incidente.
Monitor ao vivo
O globo recebe, em tempo real, os eventos do fluxo público do Check Point ThreatMap. Cada linha une a origem do ataque ao destino atingido, e o console registra o trafego conforme ele chega. E uma amostra continua do que os atacantes automatizados estao percorrendo na internet.
Fonte dos eventos: Check Point ThreatMap, fluxo público de eventos. Cada linha conecta a origem do ataque ao destino atingido, com a categoria informada pela fonte.
Feed ao vivo
Dados obtidos do feed público da dbcve.org, com os avisos publicados na janela de sete dias. A descrição original do aviso e mantida, com a referência completa no aviso da base.
Dados de base derivados do NVD (domínio público). Enriquecimento e interface fornecidos por dbcve.org sob a licença CC-BY-4.0.
Como eu converso sobre isso
Existe uma crenca confortavel de que a empresa esta protegida porque tem antivirus, firewall e backup. Esse conforto e o que torna o problema mais perigoso, porque a sensação de segurança atrasa a ação.
Enquanto um produto sem patch continua no ambiente, a empresa não esta protegida: está apenas sem noticias. O que costuma acontecer e simples: um aviso e publicado, o inventario não sabe dizer se o produto esta em uso, ninguem verifica e, semanas ou meses depois, o ataque acontece.
E antes mesmo disso, existe a falha humana. Senha reutilizada, link clicado, acesso compartilhado, atualização adiada. A grande maioria dos incidentes não depende de ataque sofisticado, e sim de um passo básico que alguem não cumpriu. E por isso que o trabalho de segurança comeca muito antes do pentest.
Serviços
Análise de vulnerabilidades, revisão de logs, hardening de servidores e apoio a adequacao dos processos de proteção de dados.
Duvidas
Porque a maior parte dos incidentes não depende de ataque sofisticado. Depende de senha reutilizada, link clicado, acesso compartilhado, patch adiado ou produto sem inventario. Equipamento de proteção não corrige procedimento e nem repositorio desatualizado.
E o trafego de ameacas que o Check Point ThreatMap observa continuamente na internet. Serve como referência do que esta sendo explorado no mundo agora, e como insumo para priorizar o que merece atencao primeiro no seu ambiente.
CVE e o identificador unico de uma vulnerabilidade publicly conhecida. CVSS e a nota de severidade, de 0 a 10, que resume o impacto técnico. A nota sozinha não define a prioridade: um produto sem patch exposto na internet pesa mais que um produto criticamente ativo, mas sem exposicao.
Porque e o dado. A maior parte dos incidentes tem um passo humano no meio, e nenhum produto corrige esse passo. Por isso o trabalho comeca pelo processo e pela conscientizacao, e so depois pela ferramenta.
O relatório de segurança organiza evidencias, analisa causa raiz e recomenda ações. Parecer pericial exige responsabilidade técnica regulamentada, devendo ser conduzido dentro das competencias legais e profissionais aplicaveis.