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Bruno Alexandre Tecnologia, infraestrutura e desenvolvimento

Empresa que aceita qualquer prazo vira refém do próprio calendário

Prazo curto demais não é serviço rápido: é custo que aparece depois na qualidade.

Bruno Alexandre 18/10/2026 4 leituras
Aceitar prazo que não dá para cumprir, em uma empresa com capacidade limitada, não é ingenuidade nem gentileza. É decisão de gestão, e ela cobra a conta depois: em retrabalho, emhora extra, em qualidade que cai e em prazo que passa do ponto.

O que costuma acontecer é o ciclo: o cliente aperta, a equipe aceita, o trabalho sai no prazo mas com erro, o cliente pede a correção sem pagar, e a margem some. Ninguém percebeu o momento em que a escolha foi feita.

Dizer que o prazo é esse, e o que precisa mudar para chegar lá, é a forma mais barata de proteger a qualidade e a relação.

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