O titular não vem do encarregado, vem do marketing
A empresa trata dado pessoal como cadastro, mas o que cria exposição é a coleta para marketing.
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Escrevo sobre o que aparece na mesa das empresas: servidor que cai, licença que aumenta, processo que trava, dados que vazam. Com a linguagem de quem executa o serviço e não de quem só apresenta slide.
A empresa trata dado pessoal como cadastro, mas o que cria exposição é a coleta para marketing.
Aumento de preço no contrato técnico é rotina; falta de renegociação é que vira prejuízo.
A empresa confunde o firewall com o controle do que sai, e o vazamento acontece justamente pela saída.
Velocidade contratada é uma média de pico, não uma garantia horária.
A empresa coleta o consentimento, guarda o papel e não tem como demonstrar o que foi assinado.
A maior parte das empresas de médio porte já vazou dados de clientes e não tem como provar o contrário.
Equipamento sem correção de segurança continua funcionando e continua exposto. O risco cresce enquanto ninguém troca.
Princípios práticos para colocar IA em produção: o que a máquina decide, o que a pessoa confere e o que nunca entra no contexto.
Sem explicar o que a solução entrega, o cliente só tem uma referência: o preço do concorrente.
A empresa guarda anos de log e, quando precisa provar o que aconteceu, não encontra nada.
Dimensionar o link pelo uso real evita pagar por link grande e sofrer com link pequeno.
Modelo bom com entrada ruim produz resultado ruim, e o erro é atribuído à inteligência artificial.
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