Automatizar não é remplacer gente: é devolver gente ao julgamento
O ganho real da automação é a equipe parar de processar volume e passar a tratar exceção.
Blog
Escrevo sobre o que aparece na mesa das empresas: servidor que cai, licença que aumenta, processo que trava, dados que vazam. Com a linguagem de quem executa o serviço e não de quem só apresenta slide.
O ganho real da automação é a equipe parar de processar volume e passar a tratar exceção.
Sem política de roteamento, o tráfego entre filiais e o da internet pagam a mesma conta.
A empresa que nunca investe em estrutura acaba pagando todo ano, em horas extras, emurry e em retrabalho.
Adiar sem dizer por quê destrói a relação de confiança do projeto inteiro.
Em 2014, uma falha de leitura de memória vazou chaves de criptografia usadas por milhões de servidores. O defeito tinha sido introduzido no código havia dois anos.
O problema não se resolve com advertência. Existe um conjunto de medidas de política e de arquitetura que reduzem o risco de forma concreta.
O atacante escolhe o identificador da sessão e espera que a vítima use o link dele. Como isso funciona e qual é a defesa que resolve.
A separação de tráfego entre áreas é o que impede que uma falha local alcance o ambiente inteiro.
Posicionamento e enquadramento definem se a imagem serve como evidência ou só ocupa banda.
Metade dos problemas taxados como legislação é, na verdade, configuração que ninguém revisou.
A primeira atualização que quebra vira a desculpa que segura todas as outras.
Sem aceite, o desenvolvimento vira interpretação, e a divergência só aparece no fim.
168 matérias publicadas